Carnaval é sinônimo de festa, calor e, para muita gente, consumo maior de bebidas alcoólicas. O problema é que a ressaca pode chegar sem pedir licença e comprometer os dias seguintes de folia. Dor de cabeça, náusea, cansaço e desidratação são sinais claros de que o corpo está tentando se recuperar. A boa notícia é que dá para minimizar os efeitos e continuar curtindo — desde que você adote estratégias inteligentes.
O primeiro passo é simples e direto: hidratação agressiva e imediata. O álcool desidrata, então a reposição de líquidos precisa ser prioridade. Água, água de coco e bebidas com eletrólitos ajudam a reequilibrar o organismo. Não espere a sede aparecer. Comece a se hidratar logo ao acordar e mantenha ingestão constante ao longo do dia. Isso reduz dor de cabeça e melhora a disposição mais rápido do que qualquer “receita milagrosa”.
A alimentação também influencia na recuperação. Prefira refeições leves, com carboidratos de fácil digestão, frutas e fontes moderadas de proteína. Evite alimentos muito gordurosos, que sobrecarregam ainda mais o sistema digestivo já irritado pelo álcool. Frutas ricas em água, como melancia e laranja, ajudam na hidratação e fornecem vitaminas importantes para o metabolismo energético.
Descanso estratégico faz diferença. Não precisa abandonar a programação, mas talvez seja o dia de reduzir intensidade. Um cochilo curto pode melhorar a clareza mental e diminuir a sensação de fadiga. Se for sair novamente, modere o consumo de álcool e intercale cada bebida com um copo de água. O erro clássico é tentar “curar” a ressaca bebendo mais — isso só prolonga o processo.
Por fim, a melhor forma de curar a ressaca ainda é preveni-la. Comer antes de beber, alternar com água e conhecer seus limites são atitudes que permitem aproveitar o Carnaval inteiro, não apenas a primeira noite. Festa boa é aquela que termina com boas memórias — e não com arrependimento físico no dia seguinte. Curtir com responsabilidade é o verdadeiro segredo para manter o ritmo até a Quarta-feira de Cinzas.
